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Nascido com uma tetraplegia espasmódica, Rick Hoyt foi desenganado por vários médicos que aconselharam seus pais, Judy e Dick Hoyt, a internar seu primogênito em uma clínica. Mas os pais de Rick recusaram-se a tomar essa medida. Determinados a dar ao filho todas as oportunidades oferecidas a uma criança considerada “normal”, incluíam Rick em tudo que faziam, especialmente nas atividades com os outros dois irmãos, Rob e Russ. Mas uma coisa é conviver no interior de um lar, outra é enfrentar o vasto mundo “lá fora”. Diante de repetidas recusas de diretores de escola que resistiam às tentativas de matricular o garoto, a mãe de Rick trabalhou incansavelmente para conseguir fazer aprovar o projeto de lei 766, considerado a primeira reforma na educação especial no país. Como resultado, Rick e outras crianças com deficiências físicas puderam frequentar as escolas públicas de Massachusetts. Mas como Rick se comunicaria se não conseguia falar? Para superar esse obstáculo assustador, Dick e Judy Hoyt trabalharam com o Dr. William Crochetière, com o presidente do departamento de engenharia da Universidade de Tufts, e com vários alunos empreendedores, incluindo Rick Foulds, na criação do dispositivo de Comunicação Interativa da Universidade de Tufts. Entre os aparatos domésticos da família Hoyt, o tal dispositivo ficou conhecido como a “máquina da esperança”, pois fez com que Rick pudesse se comunicar, criando frases ao pressionar a própria cabeça contra uma barra de metal. Um dia, Rick pede que seu pai participasse de uma corrida beneficente: o desafio que já era grande ficou ainda maior quando Rick revelou que também queria correr.
Devoção
1ª edição 2011
Formato 16 x 23 cm.
208 páginas - brochura
Editora: Novo Conceito
ISBN - 9788563219237